sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Denúncias de racismo aumentam mais de 300% em três anos no DF

[EBC] Denúncias de racismo aumentam mais de 300% em três anos no DF: As queixas de racismo e injúria racial aumentaram mais de 300% em três anos no Distrito Federal. Estas são as denúncias oferecidas pelo Ministério Público do DF à justiça. Em 2010, foram 7 casos. http://www.ebc.com.br/…/denuncias-de-racismo-aumentam-mais-…
As queixas de racismo e injúria racial aumentaram mais de 300% em três anos no Distrito Federal. Estas são as denúncias oferecidas pelo Ministério Público do...
ebc.com.br

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

A Reaja vem sendo atacada, intimidada e vem recebendo ameaças por parte dos setores militares , racistas e oportunistas do Estado Brasileiro e Abuy , amparado nos números elevados de mortes , no silenciamento e cooptação de amplos setores que deveriam lutar até o fim , mas ao invés calam- se na zona de conforto de seus senhores, escolheu nos fortalecer. Por conta disso, essas mesmas forças de Governo e partidos buscam desqualificar a relação de Abuy com a luta transnacional que tocamos de forma coerente, autônoma e permanente no Brasil desde baixo, sem riso fácil ou benevolência com nossos inimigos.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Organização relata as intimidações feitas por policiais militares aos membros da Campanha “Reaja ou Será Morto, Reaja ou Será Morta”,

⁞⁞⁞Front Line Defenders envia carta ao governo da Bahia pedindo providências quanto a ameaças sofridas por defensores de direitos humanos⁞⁞⁞
Organização relata as intimidações feitas por policiais militares aos membros da Campanha “Reaja ou Será Morto, Reaja ou Será Morta”, e pede pela investigação dos fatos e a proteção dos defensores.
Além da Front Line, as ameaças contra integrantes da Campanha Reaja e em especial contra Hamilton Borges, têm sido denunciadas pela Justiça Global e pela Anistia Internacional, que também acionaram o governo da Bahia, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e o Programa de Proteção dos Defensores de Direitos Humanos da Bahia.
Leia em: http://global.org.br/arquivo/noticias/frontlinecarta/


sábado, 20 de setembro de 2014

CAMPANHA MOMENTO NEGRO MERCADO NEGRO...









Mercado negro

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Searchtool.svg
Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo. Considere utilizar {{revisão-sobre}} para associar este artigo com um WikiProjeto e colocar uma explicação mais detalhada na discussão.
Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde Fevereiro de 2008).
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.

O Mercado Negro é a parte da economia ativa que envolve transações ilegais, geralmente de compra e venda de mercadorias ou serviços. As mercadorias podem ser por si próprias ilegais (por exemplo armas ou drogas ilegais); a mercadoria pode ser roubada; ou pode ser vendida de outra maneira para evitar impostos, pagamentos ou exigências, tais como cigarros ou armas de fogo. É chamado de "economia negra" ou o "mercado negro" porque são conduzidos fora da lei, e assim são conduzidos necessariamente “na obscuridade”, fora da vista da lei.
Os mercados negros aparecem quando o Estado coloca limitações na produção ou na provisão dos bens e dos serviços e prosperam quando as limitações do estado são pesadas, como durante um período de proibição, controle de preços ou racionamento.

O Preço do Mercado Negro

Em consequência de um aumento em limitações do governo, os preços do mercado negro para os produtos relevantes levantar-se-ão, como as limitações ditas representam uma diminuição na fonte e um aumento em risco na parte dos fornecedores, vendedores, e revendedores. O aumento das limitações aumentará preços para a mesma razão. Existem dois tipos de preço para os bens adquiridos ilegalmente. Podem ser menos caros do que preços de mercado (legais) porque o fornecedor não incorreu aos custos de produção normais nem pagou os impostos usuais. Alternativamente, os produtos ilegais fornecidos podem ser mais caros do que preços normais, porque os produtos são difíceis de adquirir ou produzir, perigosos para tratar, ou podem mal estar disponíveis legalmente. Em alguns países, é uma ofensa criminal vender bens roubados, um fator que desanima compradores. No último exemplo de um mercado negro para os bens que são simplesmente indisponíveis, os mercados negros prosperarão se a demanda de consumidores continuar. No exemplo da proibição legal de um produto visto por segmentos grandes da sociedade como inofensiva, como o álcool sob a proibição nos Estados Unidos, o mercado negro prospera, e os traficantes no mercado negro reinvestem frequentemente lucros em uma disposição bem extensamente diversificada da atividade legal ou ilegal além do artigo original. Os mercados negros podem ser reduzidos ou eliminados removendo as limitações legais relevantes, a fonte e a qualidade assim crescentes.Os advogados acreditam que os governos devem reconhecer poucos crimes a fim de focalizar o esforço da lei nos perigos mais consideráveis à sociedade. Entretanto, isto pode ser visto por algumas pessoas como o equivalente à legalizar o crime ilegal a fim de reduzir o número de mercados negros; ou seja uma concessão que em sua vista faça somente matérias mais más por causa de desaparecer percebido de seus valores morais. Alternativamente, o governo podia tentar diminuir a demanda. Entretanto, isto é economicamente fora da forma e muito simples. O termo “mercado negro” se aplica também à parte monetária externa ilegal da troca os institutos autorizados (bancos ou os escritórios de troca legais)

Exemplos do Mercados Negros

Guerra

Os mercados negros florescem na maioria dos países durante as guerras. A maioria dos estados acoplados dentro de uma guerra total ou o outras guerras em grande escala prolongada devem necessariamente impor limitações no uso doméstico dos recursos críticos que necessitam para o esforço da guerra, tal como alimento, combustível, borracha, metal, etc. Na maioria (ou talvez em todos) os casos, um mercado negro fornece bens racionados em preços exorbitantes. Racionando e controlando o preços em muitos países durante a segunda guerra mundial a atividade difundida incentivada do mercado negro.

Proibição nos Estados Unidos

A proibição nos Estados Unidos é um exemplo clássico da criação de um mercado negro, de sua atividade quando o bem afetado tiver que ser adquirido no mercado negro, e de sua extremidade. Muitos crimes organizados tiraram da vantagem das oportunidades lucrativas no mercado negro que resultou em venda ilegal de álcool. Quando que as pessoa beberam o álcool como uma atividade particularmente prejudicial (isto é, os consumidores e seus comerciantes devem ser tratados como convencionais criminosos). Em organizações como a máfia cresceu o mais poderoso direto de suas atividades do mercado negro que distribuem o álcool.

Graffiti, 2008

Drogas Ilegais

Começando no século XIX e século XX, muitos países começaram a proibir a posse ou o uso de várias drogas recreacionais, tal como os Estados Unidos e a famosa guerra contra as drogas. Muitos povos continuam a usar drogas ilegais, e um mercado negro existe para fornecê-las. Apesar dos esforços da lei para interceptar fontes ilegais de droga, a demanda remanesce elevada, fornecendo um motriz de lucro grande para que gangues assegurem-se de que as drogas estejam disponíveis. Quando há esforços da lei para capturar uma pequena parte dos distribuidores de drogas ilegais, a elevação do risco e a demanda muito inflexível para tais drogas asseguram-se de que os preços de mercado negro se levantem; distribuidores novos incentivam a incorporação do mercado a um ciclo perpétuo.

Prostituição

Similarmente, a prostituição é ilegal em muitos lugares, no entanto, em demanda do mercado para os serviços das prostitutas existem muitos locais de prostituição (prostíbulos).

Obras de Arte

Roubar e revender objetos de arte são um crime não só aos olhos da lei, mas também aos da cultura, que perde obras de imprescindível valor para a humanidade. Os artefatos roubados são caros e o roubo envolve uma ampla rede de pessoas poderosas e com muito dinheiro. Geralmente este tipo de crime é encomendado, ou seja, quem o pratica já sabe muito bem o que quer roubar e exatamente para quem vai vender. Além do roubo, receptar objetos de arte roubados (ou qualquer outro objeto roubado) também é crime.

Cenas do Crime

Os roubos de obras de arte podem ser feitos de diversas maneiras, e grande parte dos locais que exibem tais obras não estão preparados para se defender de um roubo. Exemplo disso foi o roubo praticado em 1994, onde os ladrões entraram pela janela usando uma escada que encontraram perto do museu. Foi tão fácil entrar no museu da Noruega e levar uma versão do famoso quadro “O Grito” que os bandidos se deram ao luxo de deixar um bilhete que dizia “Obrigado pela falta de segurança”.
Em 1998 outro exemplo da falta de segurança dos museus ficou evidente: um homem sozinho entrou no Museu do Louvre, um dos maiores e com o maior acervo de obras de arte do mundo, se dirigiu até a sala 67 do museu em plena hora de almoço (quando o museu estava lotado de pessoas) furtou um quadro feto por Corot e foi embora. Durante toda a ação, o homem não foi perturbado, e ele e a obra permanecem até hoje desaparecidos. Em muitos museus com refinados sistemas de segurança, os bandidos atacam durante a luz do dia, quando a única proteção é o corpo de guardas do local. No entanto, os guardas são geralmente treinados para não esboçar qualquer reação, para que não haja troca de tiros que possam atingir as pessoas presentes ou até mesmo as valiosas obras de arte, para não causar um dano ainda maior.

Os Receptadores

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam os receptadores de obras de arte roubadas não são apenas amantes da arte que desejam criar uma galeria particular. Muitas vezes as obras são encomendadas por traficantes que desejam ter as obras como moeda de troca com agentes federais corruptos – neste caso, o “dinheiro” fica em casa mesmo, sem o perigo de ser rastreado. Outras vezes as obras de arte são usadas como alternativa para lavagem de dinheiro. Depois que a obra é roubada é colocada em um leilão previamente combinado, da onde o dinheiro do tráfico volta “limpo”.

Como funciona o Mercado Negro de Objetos de Arte

No total, a Interpol diz que a lista de objetos de arte roubados contabiliza mais de 34 mil obras. Apesar do alto número, apenas 10% deste montante é recuperado pela polícia. E mesmo assim, a cada dez obras recuperadas apenas uma é através da ação direta da polícia: as outras nove aparecem misteriosamente no mercado legal novamente.[1]

Referências

AUGUSTO, Thiago. Como Funciona o Mercado Negro de Objetos de Arte. Blog Bico do Corvo. Set, 2010. Disponível em http://economia.bicodocorvo.com.br/mercado/como-funciona-o-mercado-negro-de-objetos-de-arte. Acesso em 19/10/2010.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Campanha Momento Negro: Lista negra...





 



Lista negra


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Lista negra é uma lista, ata ou registro de alguma entidade ou pessoa física, que por qualquer razão nega algum privilégio, serviço, participação ou mobilidade de alguém ou de alguma entidade em determinada situação, período de tempo ou lugar.
O termo é famoso historicamente, e se tornou de uso comum, por denominar a relação de pessoas que foram perseguidas ou proibidas de exerceram sua profissão sob a acusação de serem comunistas, pelo Comitê de Investigação de Atividades Anti-Americanas do Senado dos Estados Unidos, no período de “caça as bruxas” do Macartismo, nos anos 1950 nos Estados Unidos, no auge da Guerra Fria. A mais famosa destas perseguições se deu entre a comunidade da indústria do cinema e do entretenimento. Todos aqueles que se negavam a depor ou eram considerados suspeitos de afinidade ideológica com o comunismo, ou mesmo confessavam sua filiação ao Partido eram proibidos de trabalhar para os grande estúdios.
Os primeiros a serem incluídos nela foi um grupo conhecido como "Os Dez de Hollywood", a maioria deles escritores ou roteiristas, que se recusaram a depor perante o comitê sob a acusação de terem um dia sido ligados ao Partido Comunista Americano. O mais famoso deles foi o escritor Dalton Trumbo, que por doze anos foi obrigado a escrever sob pseudônimos e através de testas de ferro para sobreviver. Trumbo, respeitado intelectual e escritor, foi o autor do roteiro do filme Spartacus, de Stanley Kubrick, de 1960, escrito sob pseudônimo. Martin Ritt, anos depois, numa comédia de humor negro, Testa de Ferro Por Acaso, também conta a história de Trumbo e seus companheiros durante este período sombrio da história americana.
Muitos eram indiciados pelo Comitê e entravam nesta lista negra devido a denúncias de seus próprios colegas de cinema. O diretor Elia Kazan, um dos grandes nomes da época, é historicamente acusado de ser um dos principais delatores de companheiros ao Comitê e muitos anos depois provocou um dos momentos mais polêmicos da história das cerimônias da Academia, quando homenageado com um Oscar especial por sua carreira, foi recebido pelo auditório presente com um misto de aplausos, protestos e vaias por sua alegada participação no episódio.
Entre outros nomes famosos que integraram a lista negra do Macartismo, um período de inquisição, suspeitas e temor na sociedade americana, chefiado pelo senador Joseph McCarthy, estavam a escritora Lillian Hellman e o ator John Garfield.

Informática

Em informática, usa-se o termo lista negra para designar uma lista de e-mails, endereços IP ou até mesmo domínios, que identificam fontes de spam. Freqüentemente torna-se útil esse auxílio com o intuito de restringir todos os elementos de uma rede que inspiram desconfiança de spam.

Referência bibliográfica (em inglês)

  • James J. Lorence. The Suppression of Salt of the Earth. How Hollywood, Big Labor, and Politicians Blacklisted a Movie in Cold War America. University of New Mexico Press: 1999. ISBN 0-8263-2027-9 ISBN 0-8263-2028-7